Economia
04/03/2026
A compra e o consumo de peixes são seguros quando o produto é adquirido em estabelecimentos registrados e com origem identificada. A orientação é do presidente do Sindicato da Indústria da Pesca do Rio Grande do Norte (Sindipesca), Arimar França Filho.
Segundo ele, ao seguir esse cuidado, o consumidor tem a garantia de adquirir um alimento de qualidade, em conformidade com as normas sanitárias e de integridade.
Arimar França explica que optar por peixes pescados em alto-mar praticamente elimina o risco de contaminação por ciguatera, toxina cuja presença no Estado foi registrada pela primeira vez em 2022.
Espécies como atum, meca, cavala, cação e dourado são capturadas por embarcações que operam a mais de 500 quilômetros da costa, em áreas onde não há ocorrência da toxina.
A ciguatera está associada a microalgas presentes em recifes de coral. Por isso, o risco se concentra em peixes que vivem próximos à costa, como arabaiana, bicuda e guariba.
O presidente do Sindipesca recomenda que os consumidores priorizem estabelecimentos formais e observem se os produtos possuem certificação sanitária.
“Os produtos comercializados em locais registrados, com SIF (Serviço de Inspeção Federal) ou fiscalização da vigilância sanitária estadual ou municipal, garantem origem identificada e cumprimento das normas em todas as etapas, da captura à venda”, afirma Arimar França. “É importante observar esses critérios e fazer uma escolha segura.”
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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