Economia
04/03/2026
A conta para encurtar a semana de trabalho no Rio Grande do Norte pode chegar a um rombo de R$ 2,29 bilhões anuais. Um estudo da FIERN (Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte) revela que a medida mexe diretamente com a rotina de 59,4% dos trabalhadores com carteira assinada no estado.
Para cobrir o vácuo na produção, os patrões teriam que gastar 5,8% a mais apenas com o pagamento de horas extras. O presidente da federação, Roberto Serquiz, defende que “é necessário enfrentar um fato incontornável: o Brasil apresenta desempenho modesto em produtividade quando comparado a outras economias”.
Pequenos negócios e o setor da construção civil correm o risco de verem seus custos por hora subirem de forma intensa. Roberto Serquiz alerta que “Reduzir jornada sem elevar produtividade significa aumentar custos sem ampliar a geração de riqueza”, colocando em xeque a sobrevivência de operações menos tecnológicas.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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