Economia
08/02/2026
De acordo com informações apuradas pelo jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles, os bastidores da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) já fervem com projeções para o comando da economia. Caso o senador conquiste a Presidência da República em 2026, seus aliados apostam em dois nomes de peso como os favoritos para o Ministério da Fazenda.
Protagonistas da lista
A estratégia de Flávio parece focar em nomes com trânsito livre na Faria Lima e experiência governamental anterior:
Roberto Campos Neto: O ex-presidente do Banco Central durante a gestão de Jair Bolsonaro é visto como a escolha natural. Atualmente no Nubank, Campos Neto é um dos nomes que gera maior confiança entre os interlocutores do senador.
Mansueto Almeida: O atual economista-chefe do BTG Pactual e ex-secretário do Tesouro Nacional também figura no topo das apostas. Flávio tem mantido diálogos frequentes com Mansueto, estreitando laços com o economista.
Correndo por fora
Além dos favoritos para a Fazenda, o nome de Gustavo Montezano (ex-presidente do BNDES) circula entre os aliados. No entanto, a tendência é que Montezano seja direcionado para a presidência do Banco Central, em vez da pasta econômica principal.
Dilema do anúncio antecipado
Apesar do aconselhamento de aliados para que um nome seja oficializado o quanto antes — visando acalmar o mercado e dar robustez à candidatura — o senador tem resistido à ideia.
Essa hesitação é interpretada por setores da Faria Lima não apenas como cautela política, mas como um sinal de possível dificuldade do parlamentar em atrair nomes de peso que queiram se vincular formalmente ao seu projeto eleitoral neste momento.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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