Justiça
19/02/2026
O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) enviou ofício ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pedindo revisão do critério de gestão do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Para o subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, o modelo atual “parece ter permitido a ocorrência de fraudes ao sistema, comprometendo a confiança e a credibilidade”.
No documento, ele solicita que o Ministério da Fazenda avalie encaminhar ao Conselho Monetário Nacional proposta de mudança nas regras.
“A revisão do critério atual é essencial para assegurar que o FGC cumpra sua finalidade de forma eficiente e transparente, prevenindo novas irregularidades e fortalecendo a confiança dos agentes econômicos e da sociedade no sistema financeiro nacional”, diz o ofício.
Com a liquidação do Banco Pleno, subiu para oito o número de instituições ligadas ao caso Master sob liquidação extrajudicial, elevando o custo ao FGC para cerca de R$ 51,8 bilhões.
À Polícia Federal, o banqueiro Daniel Vorcaro declarou: “O plano de negócio do Banco Master era 100% baseado no FGC e não havia nada de errado nisso. Essa era a regra do jogo”.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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