Esporte
18/04/2026
Oscar Schmidt foi cremado na noite de sexta-feira (17), vestindo a camisa da seleção brasileira de basquete, em cerimônia restrita à família. O local não foi divulgado.
Maior ídolo do basquete nacional, o ex-jogador morreu na tarde do mesmo dia, após passar mal em casa, em Santana de Parnaíba (SP). Ele foi socorrido e levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), em Alphaville, mas já chegou em parada cardiorrespiratória. Apesar do atendimento de emergência, não resistiu. Tinha 68 anos.
Desde 2011, tratava um tumor cerebral. A causa da morte não foi oficialmente informada.
Dono de uma carreira histórica, Oscar é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos, com marcas expressivas — como a de maior pontuador da história da seleção brasileira e dos Jogos Olímpicos.
Em nota, a família agradeceu as manifestações de apoio e reforçou o caráter reservado da despedida. “A despedida foi realizada de forma discreta apenas entre parentes próximos”, diz publicação na página oficial do ex-atleta no Instagram.
Nos últimos anos, além do câncer no cérebro, Oscar enfrentava um problema cardíaco. Mesmo assim, manteve o bom humor e reiterava o amor à vida e o desejo de recuperação.
Ele encerrou a carreira em 2003, pelo Flamengo. Em 2011, passou mal durante uma viagem de férias com a família nos Estados Unidos — episódio que marcou o início da luta contra a doença.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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