Justiça
26/02/2026
O Supremo Tribunal Federal voltou a adiar o julgamento das ações que discutem o pagamento de verbas indenizatórias não previstas em lei — os chamados “penduricalhos”. A análise do caso foi remarcada para o dia 25 de março.
O anúncio foi feito pelo presidente da Corte, Edson Fachin, durante a sessão plenária desta quinta-feira (26). Segundo ele, trata-se de um tema “tormentoso”, que exige diálogo institucional. Fachin sugeriu a criação de uma comissão com representantes dos Três Poderes para discutir uma eventual regra de transição.
O debate envolve benefícios como auxílio-moradia, gratificações e licenças compensatórias convertidas em pagamento, que, somados aos salários, podem ultrapassar o teto constitucional do funcionalismo público — atualmente fixado em R$ 46.366,19.
Recentemente, decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes suspenderam medidas que asseguravam o pagamento desses adicionais, ampliando a controvérsia em torno do tema.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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