Segurança Pública
22/05/2026
Cinco deputados estaduais se recusaram a endossar um pedido para classificar facções criminosas como organizações terroristas.
A iniciativa partiu do deputado Coronel Azevedo (PL) e recebeu o aval de outros 18 parlamentares. O documento surge em meio ao avanço de organizações como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o Comando Vermelho.
A lista dos que preferiram ficar de fora reúne três nomes do PT e dois do PV. Os esquivados são Divaneide Basílio, Francisco do PT, Isolda Dantas, Dr. Bernardo e Eudiane Macedo.
A cobrança por punições mais severas ganhou força após uma ousadia criminosa chocar o estado nesta semana. O Morro do Careca, principal cartão-postal de Natal, amanheceu com a inscrição “SDC” (Sindicato do Crime) gravada na areia.
A pauta local espelha Brasília, onde o Congresso Nacional discute alterar a Lei Antiterrorismo para incluir milícias e facções. Os defensores alegam que esses bandos impõem o medo e controlam territórios à força.
Por outro lado, críticos da medida alertam que a mudança legislativa pode provocar forte insegurança jurídica. Enquanto o embate normativo se arrasta, a divisão ideológica segue desenhada nas bancadas potiguares.
é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.
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