Estatais federais batem recorde e lucram R$ 169,4 bilhões

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Agência Brasil
Gigantes como Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal lideram o pelotão do desempenho financeiro.

Economia

03/07/2026

As empresas estatais federais fecharam o ano de 2025 com um lucro líquido impressionante de R$ 169,4 bilhões. Os dados constam no Relatório Agregado das Empresas Estatais Federais, divulgado pelo MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos).

O bolo bilionário representa uma expansão de 45,4% na comparação com 2024. No acumulado entre 2023 e 2025, o cofre dessas companhias engordou cerca de R$ 484 bilhões.

Gigantes como Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal lideram o pelotão do desempenho financeiro. O grupo de elite também inclui marcas como Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados).

Os investimentos também pegaram carona no sucesso e somaram R$ 115,9 bilhões no período. Trata-se do terceiro ano seguido de subida, mais que dobrando o volume registrado em 2022.

A receita bruta total das corporações atingiu a marca histórica de R$ 1,4 trilhão. Para completar a festa contábil, o patrimônio líquido superou R$ 1 trilhão pela primeira vez, com ativos batendo R$ 7,2 trilhões.

O balanço do governo mostra que o sucesso foi quase geral: 17 das 20 empresas analisadas fecharam no azul. Desse montante, R$ 84,2 bilhões foram distribuídos em dividendos, dos quais R$ 45,8 bilhões abasteceram diretamente os cofres da União.

O documento ministerial ressalta o papel estratégico dessas companhias em setores vitais para o país. A lista engloba desde energia e saúde até segurança alimentar e defesa nacional.

A proposta agora ganha novos desdobramentos no mercado. O texto final segue para análise de investidores e analistas do setor público.

Diogenes dantas ao centro da imagem vestido de terno preto, ele sorri.

Diógenes Dantas

é jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UnP, atuou em diversos veículos locais e nacionais, como Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e nas rádios 98 FM, 91,9 FM e 103,9 FM. Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN, coordenador de Comunicação da Potigás e assessor da Presidência da Petrobras. Atualmente, assina coluna política no jornal Agora RN e edita e apresenta o programa Contraponto, na rádio 96 FM.

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