Política
29/01/2026
A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), afirmou enfrentar resistência política e social motivada por preconceito de gênero, classe e orientação sexual.
A declaração foi feita em entrevista à Rádio Universitária FM, no programa Tamo Junto.
“Tem uma parte da elite desse Estado que não suporta ver uma mulher como eu governadora”, disse, citando “preconceito de classe, preconceito de gênero, preconceito de orientação sexual”.
Fátima relacionou as críticas à sua trajetória pessoal e política, lembrando a origem no interior do Seridó e a atuação como professora da rede pública.
“Professora do Estado, vinda do interior do Seridó… viu a fome de perto”, afirmou, ao dizer que o incômodo aumenta por seu governo ser “pautado, alicerçado nos princípios da ética, da seriedade, da honestidade”.
A governadora também criticou setores da “mídia corporativa”, que, segundo ela, “ao invés de informar, desinformam”.
Fátima disse adotar contenção de gastos em publicidade para priorizar áreas sociais e afirmou que governa “para ter compromisso com o interesse legítimo do povo do Rio Grande do Norte”.
é um jornalista e radialista do Rio Grande do Norte, com mais de 40 anos de carreira. Formado em Comunicação Social pela UFRN e em Direito pela UNP, atuou em vários veículos importantes locais e nacionais (Tribuna do Norte, Diário de Natal, TV Globo, TV Record Brasília, SBT, Band e rádios 96 FM, 98 FM e 91.9 FM). Foi diretor-geral da TV Assembleia Legislativa do RN. Foi coordenador de comunicação da Potigas, e assessor da presidência da Petrobras.
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